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As urnas de 2026 mudaram a correlação de forças em Brasília. 📊 Entenda quem cresceu, quem encolheu e por que isso importa para o país.

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O Congresso que toma posse em 2027 terá uma nova configuração: o PL virou a maior força na Câmara e no Senado após crescer nas eleições de 2026. 🗳️📊 O resultado muda o peso das negociações e das prioridades em Brasília. 🧵

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Na Câmara, o PL saltou 23 cadeiras e chega a 121 deputados. É uma vantagem larga sobre o PT, que cresceu de 65 para 70 parlamentares. O Novo dobrou sua bancada: foi de 5 para 10, o maior avanço proporcional entre os eleitos em 2022.

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A mudança também abre uma fase decisiva para a qualidade do debate público: bancadas maiores ganham mais influência sobre projetos, comissões, orçamento e fiscalização. Transparência e participação social serão ainda mais importantes nessa nova correlação de forças.

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Do outro lado, União Brasil e PSDB perderam 6 cadeiras cada na Câmara: ficaram com 46 e 11 deputados, respectivamente. O Cidadania não elegeu representantes para 2027 — um retrato de como o eleitorado redistribuiu espaço entre as siglas.

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Nem tudo foi crescimento ou queda: Podemos, PCdoB, Avante e Missão mantiveram o tamanho de suas bancadas. Mas renovação não é sinônimo de imobilidade: no Podemos, por exemplo, só 12 dos atuais 27 deputados foram reeleitos.

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No Senado, o PL também lidera, com 28 representantes na próxima legislatura. Novo e União Brasil conquistaram mais 3 cadeiras cada, enquanto a Rede ampliou presença. Já o PSD teve a maior redução: perdeu 9 vagas e ficou com 5.

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Uma Câmara mais fragmentada em temas e um Senado com força partidária concentrada exigem diálogo responsável. Projetos sobre emprego, clima, educação, saúde e redução das desigualdades dependerão de articulação — e de cobrança ativa da sociedade.

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A dança das cadeiras vai muito além dos números: ela define quem terá mais voz para propor leis e disputar o rumo das políticas públicas. Em 2027, o desafio será transformar representação eleitoral em soluções que alcancem a vida real de todos.

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