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Resumo em 10 segundos

Alíquota subiu para 18% e foi retirada a redução progressiva — fintechs em alerta. Entenda o que muda e por quê isso importa 🧾⚖️

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Notícia: Congresso elevou a alíquota na MP alternativa ao IOF para 18% e a aprovação ainda não está garantida 🧵 Resumo rápido: saiu de 17,5% para 18% sobre "outras aplicações financeiras" e a chamada 'escadinha' que incentivava prazo desapareceu. Vou explicar impactos e o que vem por aí.

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O que era a 'escadinha'? Era a redução progressiva do imposto conforme o dinheiro ficasse mais tempo aplicado — um incentivo a investir no longo prazo. Ao eliminar a escadinha, a alíquota fica fixa em 18% para todos os prazos. Isso muda os incentivos para quem poupa.

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Quem é afetado? A MP alcança "todas as outras aplicações financeiras": produtos oferecidos por fintechs, CDBs, fundos de curto prazo e similares. Fintechs dizem que a medida reduz a atratividade para clientes, sobretudo pequenos poupadores, e prometem pressionar o Congresso.

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Impacto econômico e social: numa economia com baixa formação de poupança de longo prazo, políticas que incentivem o investimento persistente ajudam desenvolvimento e inclusão financeira. Uma alíquota plana pode favorecer players estabelecidos e reduzir opções para quem começa a poupar.

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O jogo político: Medida Provisória tem prazo limitado e precisa ser votada pelo Congresso (prazo ordinário). Hoje é um dia decisivo — negociações, emendas e lobby entram em cena. Bancadas, fintechs e setor financeiro tradicional disputarão o texto até o último minuto.

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Reflexão final: tributar investimentos é legítimo, mas o desenho da tributação importa. Tirar incentivos ao longo prazo pode penalizar quem poupa pouco e enfraquecer a democratização do acesso a investimentos. Vale acompanhar de perto a votação e exigir debate técnico no Congresso.

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