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🇰🇷 Projeto de lei busca acelerar a investigação de operadores cripto ilegais que atendem sul-coreanos. Entenda o que muda. 🧵

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🇰🇷 A Coreia do Sul apresentou um projeto para ampliar os poderes da Unidade de Inteligência Financeira (UIF) contra empresas de criptomoedas não registradas. A proposta pode encurtar o caminho entre suspeita e investigação policial. 🧵

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O texto foi apresentado pelo deputado Eom Tae-young, do Partido do Poder Popular, com apoio de outros nove legisladores. Ele altera a lei sul-coreana sobre relatórios e uso de informações de transações financeiras específicas.

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Se aprovado, qualquer pessoa poderá denunciar à UIF uma possível violação. A agência passaria a investigar e analisar os casos, registrar queixas, pedir apuração criminal ou compartilhar dados com investigadores.

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Hoje, a UIF identifica operadores suspeitos sem registro, mas depende da polícia e de outros órgãos para avançar nas investigações. A proposta busca reduzir essa dependência e dar resposta mais direta à atuação irregular.

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O dado que impulsiona o debate: entre agosto de 2022 e agosto de 2025, a polícia suspendeu investigações ou averiguações preliminares sobre 23 dos 25 provedores não registrados encaminhados pela UIF, segundo a Yonhap.

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Os casos envolveriam empresas e indivíduos sediados no exterior. Mesmo assim, plataformas que oferecem serviços a clientes sul-coreanos precisam se registrar na UIF — uma exigência central para supervisão do mercado local.

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Em junho, a UIF informou que havia 28 provedores de ativos virtuais registrados e que 40 operadores ilegais suspeitos tinham sido encaminhados às autoridades. O projeto ainda precisa passar pela Assembleia Nacional para virar lei.

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A medida reforça uma tendência global: regulação mais ágil para plataformas que alcançam usuários locais, inclusive a partir do exterior. O desafio é combater fraudes e lavagem de dinheiro sem bloquear inovação e acesso legítimo ao mercado cripto.

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