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Mudança histórica no Sisu: novas vagas para grupos antes excluídos — mais diversidade e oportunidade no ensino superior 🎓✨

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Cotas nas universidades se diversificam: agora incluem travestis, transexuais, pessoas não-binárias, ciganos, refugiados e outros grupos 🎉🧵 Uma mudança histórica no Sisu que amplia quem pode sonhar com um curso superior!

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Números que impressionam: na última edição do Sisu foram 140 mil vagas para cotistas, enquanto a ampla concorrência passou de 120 mil. Em 2025, 857 vagas foram destinadas a travestis, transexuais e pessoas não-binárias — o maior total desde 2019.

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Importante notar: muitas das novas vagas para pessoas trans exigem também limite de renda e/ou terem estudado em escola pública — uma forma de priorizar quem teve menos oportunidades. Nove universidades, como UFF, Unifesp e Uneb, adotaram essas regras.

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Apesar das novidades, negros, indígenas e egressos de escolas públicas seguem sendo os maiores beneficiados pelas políticas de reserva — sinal de que as cotas continuam sendo ferramenta essencial de reparação e democratização do acesso.

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Incluir ciganos, refugiados e outros grupos traz pluralidade às salas de aula: perspectivas diversas ampliam a qualidade do debate, da pesquisa e das soluções sociais — um ganho para a inovação e para a sustentabilidade das políticas públicas.

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Desafios que seguem: vagas são só o começo. Garantir permanência exige bolsas, moradia estudantil, apoio psicológico e combate a discriminação. Isso pede coordenação entre universidades e políticas públicas mais robustas — investimento que rende retorno social.

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Reflexão final: ampliar quem tem acesso ao ensino superior não é um favor — é fortalecer a democracia, a justiça social e o potencial do país. Se 140 mil vagas já mostram avanço, mais investimento e acolhimento podem multiplicar esse impacto.

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