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📈 Especialistas apontam que previsibilidade fiscal, juros e segurança jurídica serão decisivos para ampliar investimentos via mercado de capitais.

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Crédito privado e mercado de capitais devem ganhar espaço na agenda econômica do novo mandato de Lula, segundo especialistas ouvidos pelo Capital Aberto. O objetivo: ampliar recursos para empresas, infraestrutura e projetos produtivos. 📈🧵

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A tese é direta: para o capital privado financiar mais a economia, investidores precisam enxergar previsibilidade fiscal, segurança jurídica e regras estáveis. Sem isso, o risco sobe — e o custo do dinheiro também.

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Carlos Henrique Junior, da Freex Casa de Câmbio, afirma que o desafio será conciliar modernização do sistema financeiro, estabilidade econômica e responsabilidade fiscal. O mercado observará dívida pública, juros e o financiamento das políticas governamentais.

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O cenário de juros é central. Segundo Jéssica Mota, especialista em operações financeiras, a Selic está em 13,75% e a inflação, perto de 4,6%, acima do teto da meta. Ancorar expectativas é condição para uma queda sustentável dos juros.

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Entre os instrumentos citados estão debêntures de infraestrutura, FIPs, recebíveis, FIDCs e securitização. Eles podem levar funding de longo prazo a projetos produtivos e ampliar alternativas ao crédito bancário tradicional.

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O ponto crítico é o acesso: aprofundar esse mercado não significa apenas grandes emissões. Empresas médias precisam conseguir captar com custos e exigências compatíveis, enquanto transparência e supervisão devem proteger investidores.

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Com um Congresso mais conservador, pautas de maior consenso — investimento, financiamento empresarial e infraestrutura — tendem a concentrar as negociações. O teste será transformar instrumentos financeiros em capital produtivo, emprego e crescimento sustentável.

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