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Resumo em 10 segundos

📉 A volatilidade do Bitcoin caiu, enquanto volumes e capital institucional cresceram. Entenda por que os ciclos extremos podem estar perdendo força. 🧵

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Os ciclos de euforia e colapso das criptomoedas podem estar ficando menos extremos, segundo Ben Nadareski, CEO da Solstice. 📉📈 A razão? Mais liquidez, mais participantes e um mercado mais maduro. Entenda o que isso muda 🧵

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Primeiro, “liquidez” é a facilidade de comprar ou vender um ativo sem mexer muito no preço. Quando há poucos compradores e vendedores, uma ordem grande pode provocar uma disparada — ou um tombo — rapidamente.

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Nos ciclos anteriores, como 2017 e 2021, o mercado cripto tinha menos capital e profundidade. Isso ajudava a criar movimentos violentos: entradas especulativas aceleravam altas; saídas em massa ampliavam quedas.

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Agora, os números sugerem um mercado mais profundo. Segundo Glassnode e Fasanara Digital, a volatilidade realizada anual do Bitcoin caiu de 84,4% para 43%. Ainda é um ativo arriscado, mas a mudança é relevante.

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O volume diário no mercado à vista de Bitcoin também cresceu: de cerca de US$ 4 bi–13 bi no ciclo anterior para US$ 8 bi–22 bi. Mais volume tende a absorver ordens maiores, reduzindo oscilações causadas por poucos agentes.

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Para Nadareski, cripto está deixando de ser apenas terreno de especulação e recebendo mais capital institucional e patrimônio familiar. ETFs à vista ajudam nesse processo, embora não eliminem riscos nem garantam preços estáveis.

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A Solana entra nessa leitura pelas stablecoins. Nadareski projeta expansão desse mercado na rede, potencialmente rumo a US$ 100 bilhões. Stablecoins podem facilitar pagamentos e DeFi, mas dependem de reservas transparentes e boa regulação.

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O ciclo de quatro anos do Bitcoin talvez não tenha acabado — Anthony Scaramucci diz que foi “atenuado”. A lição é simples: um mercado mais líquido pode suavizar a montanha-russa, mas cripto continua exigindo estudo, gestão de risco e cautela.

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