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Resumo em 10 segundos

Pesquisa da CNI aponta: tributos complexos, juros altos e falta de mão de obra qualificada seguem freando a competitividade. E agora, qual a prioridade? 🔎⚙️

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Custo Brasil segue travando a indústria: pesquisa da CNI mostra que tributos, juros altos e falta de mão de obra qualificada são os maiores entraves. 📉🧵

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Foram 1.002 industriais ouvidos pelo Instituto Nexus para a CNI. Resultado: carga tributária complexa, crédito caro e escasso, e dificuldade de contratar gente qualificada. Não é só “custo”, é ineficiência sistêmica que estrangula margem e investimento.

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Tributos: o problema central é a complexidade — múltiplos impostos, cumulatividade e litígios. Sem simplificação efetiva, a indústria paga com tempo e caixa. A reforma precisa sair do slide e virar logística fiscal no chão de fábrica, com regras claras de transição.

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Mão de obra: o gap de qualificação retrai produção. Upskilling técnico, ensino profissional e parcerias empresa-escola são urgentes, com foco em digitalização e sustentabilidade. Incluir jovens, negros e mulheres em STEM amplia base de talentos e produtividade.

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Crédito e juros: com taxas altas e garantias exigentes, PME sofre mais. Sem mercado de capitais mais profundo e instrumentos como garantias compartilhadas, a fábrica adia CAPEX. Mais concorrência bancária e previsibilidade regulatória ajudam a reduzir spreads.

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Insumos e infraestrutura: gargalos em logística, energia e serviços elevam o custo unitário. Eficiência portuária, ferrovias e transição energética cortam perdas e a pegada ambiental — ganho duplo: competitividade e reputação ESG nos mercados externos.

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Custo Brasil = barreiras estruturais + burocracia + ineficiências. A pergunta: vamos atacar causas (tributos, qualificação, crédito, infraestrutura) de forma coordenada? Sem isso, o “prêmio Brasil” segue afastando investimento produtivo. Fica a reflexão.

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