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Resumo em 10 segundos

A CVM abriu consulta pública que pode transformar o crowdfunding no Brasil — mais empresas, limites diferentes por corretora e novos atores no jogo 🚀

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CVM muda as regras do crowdfunding no Brasil e abre consulta pública 🧵 A proposta altera quem pode emitir, quem pode investir e quanto cada pessoa física pode aportar por corretora. Essa mudança pode reescrever como startups e empresas captam recursos.

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Começo da história: a nova versão da Resolução CVM 88 permite que securitizadoras registradas participem da emissão de títulos via crowdfunding. Ao mesmo tempo, sai o limite de faturamento anual de R$40 milhões — ou seja, empresas maiores podem entrar na roda.

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Mas há limites: a CVM veta a participação de empresas já listadas na bolsa no crowdfunding. Para investidores pessoa física, o limite anual de R$20.000 continua — só que agora vale por corretora. Um investidor pode, então, aplicar R$20k em diferentes corretoras no mesmo ano.

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Uma nuance importante: investidores com patrimônio líquido acima de R$200.000 terão limite equivalente a 10% da renda correspondente. É uma tentativa de equilibrar proteção ao investidor com mais liberdade para quem tem mais capacidade financeira.

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O que isso significa no mundo real? Historias: plataformas podem atrair empresas maiores e securitizadoras podem profissionalizar ofertas — mais capital disponível. Mas cresce a necessidade de transparência, educação financeira e fiscalização para evitar concentrações e riscos assimétricos.

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Fecho com uma reflexão: a consulta pública decide os detalhes. A abertura pode democratizar o acesso ao capital, mas também exige regras que protejam pequenos investidores e promovam sustentabilidade. Fique de olho — é um momento de redefinir como o Brasil financia inovação.

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