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Resumo em 10 segundos

A tokenização de crédito saltou para cerca de R$ 4 bilhões no Brasil. Agora, a CVM prepara uma reforma que pode facilitar emissões e negociações. 🚀

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A CVM sinalizou que pode flexibilizar as regras para tokens de crédito no Brasil — e isso pode mexer bastante com o mercado 🚀🧵

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A ideia é atualizar a Resolução 88, do crowdfunding de investimento, que virou a principal porta de entrada para várias ofertas de crédito tokenizado no país.

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O tamanho desse mercado ajuda a explicar a pressa: ele saiu de algo entre R$ 250 milhões e R$ 300 milhões por ano para cerca de R$ 4 bilhões no ano passado. É um salto gigantesco.

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Em 2023, a CVM enquadrou parte desses tokens como valores mobiliários. Na prática: quem oferta precisa seguir regras de transparência e proteção ao investidor, em vez de operar numa zona cinzenta.

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Agora vem o ajuste fino: securitizadoras poderão emitir via crowdfunding, desde que tenham registro na CVM. Ao mesmo tempo, a minuta deve dispensar itens como auditoria do patrimônio separado, agente fiduciário e rating em operações menores.

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A lógica é bem direta: não dá para exigir a mesma estrutura cara de uma grande securitização para uma oferta menor. Mas também não dá para crescer R$ 4 bilhões sem informação mínima e supervisão.

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A proposta também abre espaço para produtor rural pessoa física e cooperativas do agro, além de remover o limite de faturamento para empresas emissoras. Pode ampliar o acesso ao crédito — desde que o risco seja explicado sem enrolação.

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O ponto mais interessante nem é só emitir tokens: é facilitar um mercado secundário. Se o investidor conseguir negociar esses ativos com mais liquidez e regras claras, tokenização deixa de ser promessa e começa a virar infraestrutura financeira.

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