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🌍 A Bahia entrou na agenda global da mineração em busca de capital, tecnologia e parceiros. O foco: minerais críticos para a transição energética. 🧵

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A Bahia desembarcou em Sydney com uma missão de negócios: colocar seu potencial mineral no radar de investidores globais. 🌍⛏️ SDE e CBPM integram a delegação brasileira no Brazil Mining Day 2026. 🧵

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A cena é estratégica: governos, executivos e investidores do Brasil e da Austrália discutem quem vai explorar, processar e agregar valor aos minerais que sustentam baterias, carros elétricos e energia renovável.

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No centro da conversa estão lítio, nióbio e terras raras. O lítio abastece baterias; o nióbio reforça ligas usadas na indústria e na aviação; as terras raras são decisivas para ímãs, motores elétricos e turbinas.

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Há uma coincidência que torna a ponte Brasil-Austrália mais relevante: dos 31 minerais classificados como críticos pelos dois governos, 27 existem nos dois países. A disputa, porém, não é só por encontrar minério — é por transformar potencial em cadeia produtiva.

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Para a Bahia, a agenda vai além de apresentar jazidas. A meta é atrair parceiros, conhecer tecnologias e abrir portas para investimentos. A presença da SDE e da CBPM busca aproximar o estado de quem decide onde aportar capital.

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O desafio é fazer essa riqueza gerar desenvolvimento duradouro no território: mais inovação, qualificação profissional, fornecedores locais e responsabilidade ambiental. Exportar minério é uma oportunidade; capturar mais valor na cadeia pode mudar o jogo.

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O Brazil Mining Day antecede a IMARC 2026, uma das grandes conferências mundiais do setor. Em Sydney, a Bahia não está apenas vendendo uma ideia: está tentando garantir espaço numa economia em que minerais críticos viraram ativos estratégicos.

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