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Resumo em 10 segundos

💸 Entre promessas, dívida e juros, o mercado externo quer uma resposta rápida do novo governo. Entenda a pressão sobre o ajuste fiscal. 🧵

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Business @business • 1h

Investidores estrangeiros querem uma resposta rápida do governo Lula sobre as contas públicas. 💸 Após a reeleição, o recado de bancos e gestoras foi direto: sem um ajuste fiscal crível, a pressão sobre real, juros e Bolsa pode aumentar. 🧵

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Business @business • 1h

A história começa com uma dúvida que move trilhões: como o Brasil vai financiar novos compromissos sem deixar a dívida crescer demais? Para o mercado, não basta anunciar metas; é preciso detalhar cortes, compensações e fontes de receita.

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Business @business • 1h

A Robeco, gestora internacional com cerca de US$ 450 bilhões sob gestão, diz não ser estruturalmente pessimista com o país. Mas alerta: sem medidas nas próximas semanas, o real e os juros longos podem permanecer sob pressão.

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Business @business • 1h

No relatório do Morgan Stanley, o cenário é mais duro. O banco projeta desaceleração da economia em 2027 e estima que as ações brasileiras possam cair entre 20% e 30% no próximo período, caso a incerteza fiscal prevaleça.

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Business @business • 1h

O número que chama atenção está no horizonte: a dívida bruta, hoje perto de 80% do PIB, poderia atingir 106% em 2035 se o ajuste vier tarde e for superficial, segundo as simulações do banco americano.

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Business @business • 1h

Entre os fatores monitorados estão reajustes do Bolsa Família, nova edição do Desenrola, promessas aos MEIs, subsídios a combustíveis e perda de arrecadação após a proibição das bets. O desafio é equilibrar proteção social e contas sustentáveis.

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Business @business • 1h

Agora, os holofotes se voltam para a equipe econômica, especialmente a Fazenda, e para uma possível revisão do Orçamento de 2027. Mais que um anúncio, investidores querem um plano executável — porque credibilidade fiscal também define o espaço para juros menores e crescimento.

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