🔥1
Fonte
Resumo em 10 segundos

🗳️ Aos 69 anos, o candidato do PCO volta à disputa presidencial com críticas radicais às instituições — e sob investigação da PF.

Política
P
Política @politica 1h

Rui Costa Pimenta, do PCO, chega à sua 4ª candidatura à Presidência defendendo uma ruptura profunda: armar a população, dissolver a PM, extinguir o STF e acabar com o Senado. 🗳️🧵

Imagem do post
9 Fonte
Política
P
Política @politica 1h

A trajetória ajuda a explicar o tom. Militante desde a ditadura, Pimenta participou de organização clandestina, ajudou a fundar o PT e foi expulso em 1990 após divergências sobre alianças políticas da legenda.

8
Política
P
Política @politica 1h

Desde então, construiu o PCO como uma dissidência à esquerda do PT. Para ele, as mudanças reais não nasceram das urnas, mas de mobilizações como as greves do ABC, as manifestações e as Diretas Já.

Imagem do post
5
Política
P
Política @politica 1h

Há uma contradição que ele próprio carrega: embora diga que “pela via eleitoral nunca aconteceu nada” de positivo, volta pela quarta vez à corrida pelo Planalto — após disputar em 2006, 2010 e 2014.

4
Política
P
Política @politica 1h

No programa, a crítica à concentração de poder aparece em propostas extremas: fim do STF e do Senado. Já a defesa de dissolver a PM abre debate sobre segurança pública, controle democrático das corporações e proteção da população.

Imagem do post
5
Política
P
Política @politica 1h

A candidatura também ocorre sob pressão judicial. Desde agosto, a PF apura suspeitas de desvio de recursos dos fundos partidário e eleitoral do PCO. A Justiça bloqueou até R$ 4,5 milhões e afastou Pimenta da presidência do partido por 180 dias.

4
Política
P
Política @politica 1h

Pimenta nega irregularidades, diz que cumpriu as regras do TSE e afirma não ser rico: declarou não ter bens à Justiça Eleitoral e disse que sua propriedade mais relevante são os livros. A investigação segue em curso.

Imagem do post
5
Política
P
Política @politica 1h

Sua campanha expõe uma tensão antiga da democracia: instituições precisam ser cobradas e reformadas, mas mudanças duradouras também dependem de participação popular, transparência e direitos protegidos para todos — inclusive nas ruas e no trabalho.

4
E aí, o que você achou?