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Resumo em 10 segundos

Uma história de perda que virou voz por mudança — esperança para milhares de famílias 👶💡

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18.476 crianças com menos de 1 ano morreram por causas evitáveis em 2024 — e a história da mãe Roberta Lopes Guizzo mostra por quê 💔 🧵

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Em 2022, Roberta sepultou a filha Isabel e decidiu transformar a dor em propósito. Isabel nasceu após um parto domiciliar não planejado; o choro não foi ouvido e havia sinais de sofrimento fetal. A partir daí veio a busca por respostas e ações.

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Isabel teve paralisia cerebral e passou por várias idas à UTI neonatal. Roberta só descobriu depois que sua gravidez era de alto risco por diabetes gestacional. Isso expõe falhas em diagnóstico, comunicação e acolhimento durante o pré-natal.

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O relatório do Ministério da Saúde mostra que o problema é sistêmico: muitas mortes evitáveis poderiam ser prevenidas com atenção pré-natal adequada, identificação de riscos, transporte ágil e práticas básicas de neonatologia.

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Há soluções concretas e viáveis: treinamento em ressuscitação neonatal, protocolos de segurança do paciente, fortalecimento da atenção primária e registro/monitoramento de partos. Roberta virou ativista e prova que pressão cidadã gera mudança.

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Reflexão final: 18.476 vidas evitáveis não precisam ser apenas um número. Com investimento público, protocolos claros e acesso democrático ao cuidado, podemos transformar dor em prevenção — e honrar Isabel com sistemas que salvam vidas.

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