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🧪 No Salão de Iniciação Científica, pesquisas sobre bullying e dengue mostram como a universidade pode transformar desafios reais em soluções acessíveis.

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Ciência que sai do laboratório e encontra a vida real! 🧪 No 2º Salão de Iniciação Científica da Unesc, estudantes apresentaram pesquisas sobre prevenção ao bullying e diagnóstico da dengue — dois desafios urgentes para educação e saúde pública. 🧵

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O evento integra o 6º Congresso Ibero-Americano de Humanidades, Ciências e Educação e dá palco a quem está começando na pesquisa. É formação na prática: acadêmicos compartilham métodos, resultados e aprendizados construídos durante a graduação.

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Na Enfermagem, Leonardo Andrade levou uma proposta criativa para falar de bullying com crianças: atividades lúdicas inspiradas em super-heróis. A ideia foi aproximar os personagens do universo dos alunos para tornar o assunto mais compreensível.

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A ação envolveu 90 estudantes de três turmas durante três dias, com escudos, a “árvore dos heróis” e reflexões coletivas sobre respeito e cuidado. Segundo a equipe escolar, as crianças passaram a compreender melhor o que é bullying e como agir diante dele.

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Já Natali Bianca Olária, de Farmácia, apresentou uma pesquisa sobre peptídeos que imitam os quatro sorotipos de dengue mais prevalentes no Brasil. O foco é contribuir para ferramentas diagnósticas mais sensíveis e viáveis de fabricar.

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Isso importa porque testes atuais podem depender de laboratórios especializados, reagentes caros e ainda sofrer reações cruzadas com outras arboviroses. Pesquisa universitária fortalece o caminho para diagnósticos mais precisos e acessíveis.

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Do cuidado nas escolas ao enfrentamento da dengue, a iniciação científica revela algo poderoso: boas perguntas, apoio institucional e diálogo com a sociedade podem transformar a formação de estudantes em impacto concreto para comunidades inteiras. ✨

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