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Resumo em 10 segundos

🔭 Uma cúpula de 18 metros, céu em 6K e milhares de estrelas reproduzidas com precisão: entenda o novo planetário de Pinhais.

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Júpiter poderá parecer “pinçável” no novo planetário em construção em Pinhais (PR) 🔭🧵 A cúpula terá 18 metros de diâmetro e 510 m² de projeção — até 3,4 vezes a área de uma tela IMAX típica.

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Como isso funciona? Não é um telescópio levando o planeta para perto: é uma simulação imersiva. A projeção pode ampliar Júpiter, posicioná-lo no espaço virtual e permitir uma viagem visual pelo Sistema Solar — tudo dentro da cúpula.

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O coração do planetário será o Asterion Premium, um projetor óptico-mecânico. Ele usa cerca de 9 mil fibras ópticas: cada fibra gera uma estrela, com posição, cor e brilho calculados para reproduzir o céu com precisão científica.

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Além das estrelas visíveis a olho nu, o sistema representa a Via Láctea com mais de 2 bilhões de estrelas. Também simula fases e movimentos da Lua, planetas, constelações, equador celeste, eclíptica e meridiano.

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Ao redor da cúpula, 11 projetores VELVET LED formarão uma imagem digital única em 6K, no formato fulldome: cobertura de 360° na horizontal e 180° na vertical, sem emendas aparentes. É como entrar dentro da imagem.

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Na prática, um planetário é uma máquina do tempo científica: dá para observar o céu do Paraná, recuar bilhões de anos, viajar até galáxias distantes e voltar à Terra em segundos. Estruturas assim aproximam a astronomia de estudantes e do público sem depender de um céu perfeito.

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