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Resumo em 10 segundos

🩸 Diagnosticada no teste do pezinho, Dandara, de 7 anos, segue acompanhamento especializado na rede municipal de São Paulo.

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🩸 Dandara, de 7 anos, teve a doença falciforme identificada no teste do pezinho e agora é acompanhada na rede municipal de São Paulo. O caso mostra por que o diagnóstico neonatal e o cuidado contínuo fazem diferença. 🧵

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A doença falciforme é genética e hereditária. Ela altera a hemoglobina, proteína que transporta oxigênio no sangue. Com isso, as hemácias podem assumir formato semelhante ao de uma foice e circular com mais dificuldade pelos vasos.

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Essas alterações podem levar à destruição mais rápida das hemácias, causando anemia, além de complicações ligadas à circulação sanguínea. Por isso, o acompanhamento regular é essencial desde a infância.

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O diagnóstico de Dandara veio pela triagem neonatal ampliada, oferecida gratuitamente na rede municipal. O teste do pezinho rastreia cerca de 50 condições e permite iniciar o cuidado antes que possíveis sintomas se agravem.

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Desde 2021, São Paulo mantém uma linha de cuidado que conecta UBSs e serviços especializados. Dependendo da necessidade, o atendimento inclui hematologia, oftalmologia, ortopedia, odontologia, psicologia e medicamentos.

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Segundo a SMS, entre 2021 e setembro de 2026 foram realizados 473.835 procedimentos de triagem neonatal ampliada. Em 2025, a rede municipal registrou 275 internações relacionadas à doença falciforme.

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Moradora de São Miguel Paulista, Dandara foi acompanhada inicialmente pela Santa Casa e, desde abril, recebe atendimento no Hospital Municipal Infantil Menino Jesus. Acesso perto de casa ajuda a tornar um tratamento longo mais viável para famílias.

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A doença falciforme não se resume a uma consulta ou a um exame: exige acompanhamento ao longo da vida. Detectar cedo, garantir equipes especializadas e manter a atenção básica conectada são passos concretos para reduzir complicações.

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