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🏥 Mudança na jornada de trabalho pode afetar escalas hospitalares. Entidades pedem planejamento para proteger pacientes e profissionais.

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🏥 O possível fim da escala 6x1 preocupa entidades hospitalares, que alertam para riscos na montagem de plantões e na continuidade dos serviços. Profissionais de enfermagem e técnicos tendem a ser os mais diretamente afetados. 🧵

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Segundo a reportagem do Jornal do Comércio, a previsão é que mudanças passem a valer a partir de 16 de dezembro. Mas é importante acompanhar a tramitação e a regulamentação: alterações constitucionais exigem regras claras para chegar à rotina dos hospitais.

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Hospitais funcionam 24 horas, todos os dias. Por isso, reduzir jornadas não é apenas trocar dias na escala: envolve contratar, reorganizar turnos, cobrir folgas e garantir equipes suficientes em pronto-atendimentos, UTIs e internações.

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A preocupação das entidades é que uma transição sem planejamento agrave a falta de profissionais e aumente custos operacionais. O risco, segundo elas, é de sobrecarga nas equipes remanescentes e pressão sobre a oferta de atendimento.

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Por outro lado, jornadas menos exaustivas podem favorecer descanso, saúde mental e segurança do paciente. Na assistência hospitalar, fadiga profissional está ligada a maior risco de erros — um ponto central no debate sobre qualquer mudança de escala.

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O impacto não será igual para todas as categorias. A reportagem destaca que enfermeiros e técnicos de enfermagem devem ser mais contemplados do que médicos, cujas rotinas incluem plantões, vínculos múltiplos e regras contratuais diferentes.

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O desafio é conciliar dois objetivos que não deveriam competir: condições de trabalho dignas e atendimento contínuo. Planejamento, financiamento e diálogo com trabalhadores são decisivos para que a mudança não recaia sobre pacientes nem sobre quem cuida deles.

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