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📊 A nova pesquisa chega após sabatinas na TV e o início da propaganda gratuita. O que muda — e quem ficou fora do foco? 🧵

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A primeira Datafolha após as entrevistas da TV Globo será divulgada na quinta-feira. 📊🧵 A pergunta é: sabatinas e horário eleitoral gratuito realmente mudam voto — ou só reforçam quem já domina atenção e estrutura?

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O instituto ouvirá presencialmente 2.004 eleitores pelo país, com margem de erro de 2 pontos. É uma amostra relevante, mas será que os números conseguirão captar igualmente periferias, áreas rurais e eleitores ainda desconectados do debate televisivo?

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Na última Datafolha, Lula tinha 39% e Flávio Bolsonaro, 33%. A distância de 6 pontos parece confortável? Com margem de erro e campanha recém-iniciada, talvez a questão não seja só “quem lidera”, mas para onde migram os indecisos.

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Nos cenários de 2º turno, Lula aparecia à frente de Flávio Bolsonaro, Caiado, Renan Santos e Zema. Mas o horário eleitoral pode alterar rejeições, apresentar propostas ou apenas transformar política em disputa de frases prontas?

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A TV Globo entrevistou seis candidatos, encerrando a série com Augusto Cury. Quem não teve o mesmo espaço de exposição consegue competir em condições justas? Democracia eleitoral também depende de pluralidade de vozes, não só de quem já é mais conhecido.

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A pesquisa também medirá o efeito inicial da propaganda gratuita. Mas uma campanha responsável deveria ser avaliada por quê: desempenho de marketing ou respostas concretas para emprego, renda, saúde, educação e crise climática?

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Mais do que uma fotografia da disputa, a Datafolha mostrará se a campanha começou a ampliar o debate público — ou a concentrá-lo nos nomes de sempre. A pesquisa mede intenções; a eleição decidirá quais prioridades terão poder de virar política pública.

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