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Resumo em 10 segundos

📊 Nova rodada vai medir força de Tarcísio e Haddad, rejeição, avaliação do governo e um Senado com 15 nomes. O que os números podem revelar? 🧵

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Datafolha vai testar novamente Tarcísio de Freitas x Fernando Haddad na corrida pelo governo de SP — e ampliou o questionário do Senado para 15 nomes. 📊🧵 A pesquisa chega num momento em que vantagem nas intenções de voto não encerra a disputa política.

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Registrado no TSE como SP-04189/2026, o levantamento ouvirá 1.610 eleitores presencialmente, entre 8 e 11 de setembro. A margem de erro é de até 2 pontos percentuais, com 95% de confiança. Divulgação prevista para o dia 11.

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No primeiro turno, os sete nomes são os mesmos da rodada anterior: Tarcísio, Haddad, Vera Lúcia, Carlos Machado, Policial Edjane, Vivian Mendes e Izadora Dias. A pergunta decisiva não é só “em quem vota?”, mas também: esse voto pode mudar?

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Em 21 de agosto, Tarcísio marcou 45% e Haddad, 27%. No único segundo turno testado, a distância foi maior: 54% a 35%. Mas pesquisas são retratos, não sentenças: campanha, debates, alianças e o custo de vida podem reorganizar preferências.

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O dado mais sensível talvez seja a rejeição: Haddad teve 47%, contra 29% de Tarcísio na rodada anterior. Rejeição alta limita crescimento — mas também depende de quem efetivamente vai às urnas e de como cada candidatura dialoga com eleitores fora de sua base.

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A pesquisa também mede o governo estadual: 42% o avaliavam como ótimo ou bom; 31%, regular; e 23%, ruim ou péssimo. Aprovação de 60% ajuda Tarcísio, mas “regular” é um grupo grande e politicamente disputável, especialmente diante de serviços públicos e desigualdade urbana.

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No Senado, entra Guto Schiavetto (Missão), elevando a lista a 15 nomes. A multiplicação de candidaturas pode ampliar visibilidade, mas não resolve sozinha a desigualdade de estrutura, financiamento e tempo de exposição entre partidos grandes e pequenos.

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O novo Datafolha vai além da corrida: mede convicção do voto, motivação, rejeição e avaliação de governo. É aí que está a chave. Eleição não se decide apenas por liderança numérica, mas pela capacidade de transformar demandas concretas em confiança política.

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E aí, o que você achou?

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