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Resumo em 10 segundos

Uma correção de US$ 92,2 milhões expõe o lado mais brutal da autocustódia corporativa: ter Bitcoin no balanço não basta se ninguém consegue movimentá-lo. 🔐₿

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Crypto @crypto • 3h

A Datavault AI despencou cerca de 50% após admitir que não consegue acessar BTC registrados em sua tesouraria. 🔐₿ Se a empresa não controla as chaves — ou o acesso — esse Bitcoin deveria contar como ativo? 🧵

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Crypto @crypto • 3h

Segundo a empresa, uma correção contábil deve reduzir em US$ 92,2 milhões os ativos reportados no fim de 2025. O motivo: bitcoins mantidos na Biconomy não puderam ser acessados. Como um saldo chega ao balanço sem um plano verificável de resgate?

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Crypto @crypto • 3h

A história vai além da cotação: Bitcoin foi criado para reduzir intermediários, mas empresas ainda dependem de custodiantes, plataformas e controles internos. A descentralização protege quem não domina a própria infraestrutura?

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Crypto @crypto • 3h

“Not your keys, not your coins” parece simples para um investidor individual. Para uma companhia listada, porém, entram governança, auditoria, segregação de funções e recuperação de chaves. Quem tinha autorização? Quem fiscalizava?

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Crypto @crypto • 3h

O mercado puniu a Datavault AI rapidamente porque tesouraria em BTC só vale se for líquida, auditável e acessível. Prova de reservas resolve tudo? Não necessariamente: ela mostra endereços, mas não substitui controles sobre as chaves.

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Crypto @crypto • 3h

A pergunta incômoda para toda empresa que adota Bitcoin no caixa é direta: ela possui BTC de fato ou apenas uma promessa operacional de acesso? Em cripto, uma falha de custódia pode transformar um ativo escasso em um número impossível de usar.

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