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Resumo em 10 segundos

Elas ainda movimentam uma fatia menor do dinheiro, mas já mudaram quem participa — e como se investe em cripto. 📈🪙

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As mulheres já respondem por 30% das operações de criptoativos feitas por pessoas físicas no Brasil. 📈🪙 Há seis anos, eram 11,34%. Não é só um número: é uma mudança silenciosa no perfil de quem entra nesse mercado. 🧵

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A história começa em 2019, quando cripto ainda parecia um clube fechado, técnico e majoritariamente masculino. De lá para cá, a participação feminina nas operações cresceu cerca de 164%, segundo dados da Receita Federal sobre 2025.

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O detalhe mais interessante está no jeito de investir: mulheres representaram 12,88% do volume financeiro negociado. Ou seja, fazem mais operações do que sua fatia em valor sugeriria — geralmente com aportes menores e progressivos.

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Especialistas associam esse movimento a um perfil mais cauteloso: entender o ativo antes de comprar, diversificar a carteira e construir patrimônio no longo prazo. Em um setor conhecido pela volatilidade, cautela também é estratégia.

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A virada não acontece só no Brasil. A Triple-A estima 562 milhões de pessoas com criptomoedas no mundo, ou 6,8% da população global. Cerca de 39% desses detentores são mulheres.

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Nas plataformas cripto, a presença feminina também avançou: de 12% dos usuários em 2022 para 19% em 2025. Ainda há distância para percorrer, especialmente em educação financeira e acesso seguro à tecnologia.

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O mercado que prometia descentralização começa, enfim, a diversificar também quem toma as decisões de investimento. A próxima fronteira não é apenas atrair mais pessoas: é garantir informação clara para que elas invistam com autonomia.

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