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Resumo em 10 segundos

São Paulo deve viver uma virada brusca no tempo — e as vias respiratórias sentem essa mudança. 🌡️🫁

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São Paulo pode sair de uma máxima de 31°C nesta segunda para 14°C na quarta. 🌡️ Essa gangorra térmica não mexe só com o guarda-roupa: pode irritar as vias aéreas e disparar crises respiratórias. 🧵

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A cena é conhecida: o dia começa abafado, vem uma frente fria e, de repente, aparecem tosse, nariz carregado ou chiado no peito. Para quem tem asma, bronquite ou sinusite, a virada do tempo pode ser um gatilho importante.

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No frio, o organismo pode produzir mais muco. Ao mesmo tempo, os cílios das vias respiratórias — estruturas que ajudam a expulsar secreções — trabalham menos. O resultado é um terreno mais favorável a infecções respiratórias.

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Os brônquios também podem ficar mais sensíveis à mudança brusca. Eles se contraem, estreitam a passagem de ar e podem causar tosse, falta de ar e chiado: sinais típicos de broncoespasmo, comum em crises de asma e bronquite.

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O cuidado mais importante para quem faz tratamento contínuo é não interromper remédios por conta própria. A mudança de clima não substitui o plano orientado pela equipe de saúde — e suspender medicação pode abrir espaço para uma crise.

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A defesa começa no básico: água ao longo do dia, mãos bem lavadas, vacinas de gripe e Covid-19 atualizadas e roupas em camadas. Assim, dá para acrescentar ou tirar peças sem passar horas exposto ao frio ou ao calor.

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Também vale ventilar os ambientes sempre que possível. Com vírus respiratórios circulando nesta época, ar renovado ajuda a reduzir a transmissão. Se houver falta de ar importante, lábios arroxeados ou piora rápida, procure atendimento.

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A previsão muda em poucos dias; a prevenção cabe na rotina. Em uma cidade de extremos térmicos, hidratação, vacinação e tratamento acessível fazem a diferença entre um desconforto passageiro e uma crise evitável. 🫁

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