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Resumo em 10 segundos

A primeira Sala Lilás já abriu na zona norte. Agora, um pedido na Câmara propõe levar atendimento seguro e sigiloso a todas as regiões de Marília. 💜

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Uma mulher em situação de violência não deveria precisar cruzar a cidade para encontrar ajuda. 💜🧵 Em Marília, a Câmara vai avaliar um pedido para levar Salas Lilás a todas as unidades municipais de saúde.

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A história começou na zona norte: na última semana, a USF Jânio Quadros recebeu a primeira Sala Lilás da cidade. O espaço foi criado para oferecer acolhimento humanizado, sigiloso e seguro a mulheres em situação de violência.

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Agora, o presidente da Câmara, Danilo Bigeschi, o Danilo da Saúde, pediu à Prefeitura que o modelo seja ampliado. A meta é simples — e decisiva: fazer com que a porta de entrada para o cuidado esteja mais perto de quem precisa.

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O requerimento, dirigido ao prefeito Vinicius Camarinha e à Secretaria Municipal da Saúde, será votado na sessão ordinária de 8 de setembro. Se avançar, as Salas Lilás poderão alcançar diferentes regiões do município.

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Não se trata apenas de uma sala. É uma equipe preparada para escuta especializada, identificação de sinais de violência e encaminhamento à rede de proteção. Em momentos de medo, privacidade e confiança podem mudar o rumo de uma vida.

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Marília também aderiu ao pacto estadual de enfrentamento à violência contra a mulher, promove capacitações e mantém um núcleo que acompanha casos e articula os serviços necessários. A Sala Lilás reforça essa rede dentro da saúde pública.

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A proposta coloca uma questão concreta: cuidado não pode depender de CEP, dinheiro para transporte ou da chance de conseguir sair de casa sem levantar suspeitas. Quanto mais próxima estiver a rede, mais acessível pode ser pedir ajuda.

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A primeira Sala Lilás é um começo. Transformá-la em presença permanente em toda a rede seria reconhecer que acolher cedo, com segurança e respeito, também é uma forma de proteger vidas.

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