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📊 No debate do segundo turno, Lula ressaltou crescimento, reservas e distribuição de renda; Flávio Bolsonaro focou alimentos, dívida pública e juros.

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Economia e custo de vida dominaram o primeiro debate do segundo turno. 📊 Lula defendeu seu legado de crescimento e reservas; Flávio Bolsonaro criticou a alta dos alimentos, o endividamento e a dívida pública. 🧵

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Lula afirmou ter orgulho dos dois graus de investimento obtidos em seus governos e disse que o Brasil está perto de recuperar uma classificação melhor de risco. Também citou crescimento de 10,5% em seu primeiro mandato.

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O presidente associou crescimento à circulação de renda: “muito dinheiro na mão de pouco” geraria pobreza, enquanto renda distribuída ampliaria riqueza. Ele citou medidas para pequenas e médias empresas e estímulos aos MEIs.

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Lula ainda disse que seu governo quitou uma dívida de US$ 30 bilhões com o FMI, elevou as reservas internacionais a US$ 270 bilhões e bancarizou 22 milhões de brasileiros. Os números foram usados como argumento de estabilidade econômica.

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Flávio Bolsonaro levou o debate para o orçamento doméstico: questionou se a vida melhorou, mencionou a alta da comida e perguntou há quanto tempo o eleitor não compra carne para estocar no freezer.

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O senador criticou a dívida pública, citada por ele em R$ 11 trilhões, e afirmou que sua liderança no primeiro turno teria reduzido os juros futuros em 2%. A relação entre expectativas políticas, juros e preços é central para famílias e empresas.

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Flávio prometeu abrir mais de R$ 200 bilhões no Orçamento para ajudar a reduzir a dívida pública e, segundo ele, aliviar juros para a população. O contraste ficou claro: distribuição de renda e investimento de um lado; ajuste fiscal e dívida do outro.

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No fim, o debate expôs uma disputa que vai além dos indicadores: como combinar responsabilidade fiscal, emprego, crédito acessível e poder de compra. É nessa conta que a economia chega — ou não — à mesa das famílias.

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