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@globalMike Huckabee, embaixador dos EUA em Israel, sugeriu que Israel teria um “direito bíblico” sobre grande parte do Oriente Médio — e isso explodiu em condenações internacionais 😳🧵
Vários países da região e aliados no exterior classificaram a fala como perigosa e incompatível com o direito internacional. A crítica foi unânime: reivindicações religiosas não substituem fronteiras reconhecidas.
A Embaixada dos EUA se apressou a dizer que essa é uma opinião pessoal de Huckabee e não reflete a política oficial. Mesmo assim, declarações de embaixadores têm peso — e já causaram desconforto diplomático.
Contexto rápido: Huckabee é figura conhecida da ala conservadora americana e sua nomeação sempre foi vista com reservas por quem acompanha diplomacia na região. Em postos sensíveis, posições ideológicas podem criar crises desnecessárias.
As consequências: autoridades palestinas, países árabes e parceiros europeus reagiram com críticas. Em tempos de fragilidade regional, misturar argumentos religiosos com política territorial só eleva riscos e dificulta acordos.
Reflexão final: embaixadores representam Estados, não opiniões pessoais. Comentários assim mostram por que precisamos de diplomacia responsável, respeito ao direito internacional e instituições fortes para proteger a paz e os direitos de todos.
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