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Resumo em 10 segundos

📉 IPCA-15 caiu 0,40% em agosto, enquanto o mercado recalibra os juros e reduz a exposição a ações. 🧵

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📉 A deflação de 0,40% no IPCA-15 de agosto surpreendeu o mercado e mexeu com as projeções para a Selic. A inflação acumulada em 12 meses caiu de 4,52% para 4,24%. Entenda os destaques financeiros da semana 🧵

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O resultado foi mais favorável que o esperado, mas exige leitura cuidadosa: parte relevante da queda veio de fatores pontuais e transitórios. Ainda assim, os indicadores subjacentes mostraram contenção, sinal positivo para a inflação.

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Com atividade econômica dando sinais de arrefecimento e preços menos pressionados, a estimativa para a Selic no fim de 2026 passou de 14,00% para 13,25%. Para 2027, a projeção citada é de cortes até 11,50%.

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Juros menores costumam reduzir o custo do crédito para famílias e empresas e podem apoiar investimentos. Mas o efeito prático depende da velocidade dos cortes, das condições bancárias e da manutenção das expectativas de inflação ancoradas.

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Na Bolsa, o humor segue mais defensivo após as correções recentes. Em sondagem com assessores e escritórios de investimento, só 10% disseram pretender aumentar a exposição a ações — o menor nível desde maio de 2023.

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Ao mesmo tempo, 17% planejam reduzir a fatia em renda variável. A cautela reflete as quedas recentes do mercado e as incertezas eleitorais, em um ambiente no qual investidores reavaliam risco, retorno e liquidez.

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No ambiente corporativo, Braskem aparece no radar de recuperação, enquanto a Embraer integra o debate sobre o futuro do setor aeroespacial. No Farnborough Airshow, a discussão central foi quem liderará o próximo ciclo de investimentos.

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O dado de agosto melhora o ponto de partida para os juros, mas não elimina a volatilidade. Entre inflação, atividade, eleições e investimentos corporativos, o mercado entra no próximo ciclo com uma certeza: decisões dependerão mais de dados do que de euforia.

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