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Resumo em 10 segundos

🦟 São Paulo já soma 58.683 casos e 42 mortes por dengue no ano. Com 30 óbitos sob investigação, a pergunta é: prevenção e atendimento estão chegando a tempo?

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🦟 São Paulo confirmou 58.683 casos de dengue desde o início do ano e 42 mortes. Outras 30 estão sob investigação. Se a doença é conhecida e prevenível, por que ainda chega a esse ponto? 🧵

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Do total, 1.180 casos tiveram sinais de alarme e 101 foram classificados como dengue grave. Vômitos persistentes, dor abdominal, sangramento e muita fraqueza não são sintomas para “esperar passar”. Você saberia reconhecer?

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Dengue grave pode envolver choque, desconforto respiratório, sangramento intenso ou comprometimento de órgãos. O tempo entre piorar e receber atendimento pode ser decisivo — a rede de saúde está acessível para todos?

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Taubaté lidera as mortes: foram 11 pacientes, de 10 a mais de 80 anos. A dengue não escolhe uma única faixa etária. Mas quem tem menos acesso a informação, água segura e atendimento tende a ficar mais exposto?

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Há 7.256 suspeitas ainda em análise. Ao mesmo tempo, mais de 297 mil foram descartadas. Testagem, vigilância e comunicação clara são detalhes burocráticos — ou a linha que separa uma resposta rápida de uma crise?

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O estado cita o Plano de Resposta ao El Niño, regiões prioritárias, estoques e apoio aos municípios. Desde 2024, foram R$ 1,5 bilhão à atenção primária. O desafio agora é simples de formular e difícil de cumprir: o recurso vira prevenção real no bairro?

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A transmissão costuma crescer entre outubro e maio. Esperar os hospitais lotarem para agir faz sentido? Eliminar água parada, procurar atendimento diante de sinais de alarme e cobrar vigilância contínua: dengue se enfrenta antes do pico, não depois dele.

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