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CNJ, B3 e cartórios querem monitorar a rota dos créditos judiciais. Transparência ou uma resposta tardia a um risco já conhecido? 🔎

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Business @business • 1h

CNJ vai se unir a B3, cartórios e registradoras para monitorar precatórios após suspeitas envolvendo o Banco Master. 📊🧵 A pergunta incômoda: como créditos judiciais puderam circular com rastreabilidade tão limitada?

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Business @business • 1h

Precatório é uma ordem para União, estados ou municípios pagarem uma dívida reconhecida pela Justiça. Quem tem direito pode vender esse crédito antes — normalmente com desconto. Legal? Sim. Simples e sem risco? Longe disso.

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Business @business • 1h

Nas apurações sobre o Master, surgiram suspeitas de compra de créditos com grandes descontos, contabilização por valores muito maiores e uso desses papéis como lastro. Se o ativo muda de mãos várias vezes, quem confere a trilha inteira?

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Business @business • 1h

O problema não é só financeiro. Sem um registro integrado, aumentam os riscos de fraude, duplicidade e documentos inconsistentes. E quem vendeu o crédito por necessidade pode ficar ainda mais vulnerável numa cadeia que não enxerga.

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Business @business • 1h

A ideia é reforçar o Sispreq, integrando dados de tribunais, cartórios, B3, Cerc e Núclea. Na prática, o sistema deve acompanhar emissão, titularidade e transferências. Por que essa infraestrutura não veio antes da crise?

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Business @business • 1h

Mais dados não bastam se não houver padrões claros, auditoria e responsabilização. Transparência precisa proteger o credor original e dar segurança ao mercado — não apenas tornar a negociação de dívidas judiciais mais eficiente.

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Business @business • 1h

O acordo será firmado sob liderança de Edson Fachin, presidente do CNJ e do STF. A grande prova virá depois da assinatura: o sistema conseguirá impedir que um mesmo crédito seja opaco, superavaliado ou negociado sem controle?

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