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Perdeu-se uma peça no quebra-cabeça da meta fiscal de 2026 — e agora? 🤔🧾

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Governo perde na Câmara e terá que recompor R$ 20 bilhões da previsão de arrecadação de 2026 🧵 — a MP que substituiria parte do aumento do IOF foi retirada da pauta e o rombo na meta fiscal de R$ 34 bi ficou exposto.

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O que caiu na Câmara? A medida provisória acabava com a alíquota de 9% da CSLL que hoje beneficia fintechs, fazendo-as pagar como bancos. Lula lamentou a decisão e disse que vai reunir o governo para buscar alternativas já na semana que vem.

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Resultado prático: sem os R$ 20 bi previstos, a meta de superávit de R$ 34 bi para 2026 perdeu fôlego. Opções no radar: cortar gastos, achar nova fonte de receita ou rever a própria meta. Nenhuma opção é neutra — tem impacto em políticas públicas.

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Uma alternativa citada pelo presidente é tributar mais as fintechs. Faz sentido na lógica de justiça fiscal — se algumas empresas cresceram e têm tratamento diferenciado, que contribuam. Mas atenção: precisa haver equilíbrio pra não tolher inovação e democratização do acesso financeiro.

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Politicamente, a retirada da MP mostra atrito entre Executivo e parcelas do Congresso — e força o governo a negociar. Também expõe um debate maior: quem arca com o ajuste fiscal? Setores digitais em crescimento, setor financeiro tradicional, ou cortes que afetem serviços?

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Reflexão final: a conta de R$ 20 bi não some sozinha. Dá pra transformar esse choque num debate sobre tributação justa e responsabilidade social — sem penalizar inovação nem deixar serviços públicos na guilhotina. Resta ver quem vai ceder e como o governo vai jogar as próximas peças.

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