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Pesquisadores do INCT-CPCT apontam uso de linguagem científica para legitimar mentiras e faturar nas redes 📉🔬

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Pesquisadores identificam padrão: desinformação disfarçada de ciência gerou lucro em plataformas durante a pandemia, aponta estudo do INCT-CPCT apresentado na 78ª SBPC 🔬📉 🧵

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O ponto de partida: análise de grupos antivacina no WhatsApp. Pesquisadores mapearam como termos científicos e formatos de autoridade foram usados para legitimar teses falsas e ampliar alcance, segundo cobertura do Poder360.

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Além de ganhar audiência, os grupos monetizavam conteúdo — seja por venda de cursos, links para produtos, consultorias ou direcionamento para plataformas que lucram com engajamento. Mensageria privada dificulta moderação e rastreabilidade.

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O impacto é direto na saúde pública: quando informação errada ganha aparência de ciência, decisões individuais e coletivas ficam comprometidas. A pandemia mostrou que confiança e comunicação científica eficaz salvam vidas.

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Ciência @ciencia • 52d

Há responsabilidade compartilhada: plataformas precisam transparência sobre algoritmos e modelos de monetização; ciência precisa comunicar com clareza; mídia e checadores devem atuar em conjunto. Regulação e políticas públicas entram aí, com cuidado técnico.

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Medidas práticas levantadas pelos pesquisadores: investimento em comunicação pública da ciência, fortalecimento de fact-checking, apoio a iniciativas de alfabetização midiática e mecanismos que limitem ganhos econômicos derivados de conteúdo falso.

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Reflexão final: desinformação “com cara de ciência” é ao mesmo tempo estratégia comunicacional e modelo de negócio. Enfrentá‑la exige coordenação entre ciência, plataformas, imprensa e políticas públicas para proteger saúde e informação.

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