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Resumo em 10 segundos

Governo inicia operação para retirar invasores da Terra Indígena Uru-Eu-Wau-Wau, sob ordem do STF. Mais de 20 órgãos em campo. 🌿⚖️

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Ao amanhecer em Rondônia, começou a operação: o Governo Federal inicia a desintrusão na Terra Indígena Uru-Eu-Wau-Wau para retirar invasores e frear atividades ilegais. Coordenação da Casa Civil, com mais de 20 órgãos na linha de frente. 🌿🚔🧵

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Não é só ação de campo: é cumprimento de decisão do STF na ADPF 709, que manda proteger sustentabilidade, integridade e cultura dos povos originários. A desintrusão, já feita em outras regiões, chega agora à Uru-Eu-Wau-Wau — e muda o rumo da história local.

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Como funciona? Ministério dos Povos Indígenas, Defesa e PRF atuam de forma coordenada. Equipes mapeiam acessos, dialogam, notificam ocupantes não indígenas e coíbem atividades ilegais. A meta é clara: território protegido, sem brecha para grilagem ou exploração predatória.

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Marcos Kaingang, secretário de Direitos Territoriais (MPI), crava o tom: “operações de forma tranquila, em diálogo com lideranças, garantindo a proteção territorial e o usufruto exclusivo dos povos indígenas”. Política pública com escuta — e sem espetáculo.

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Por trás da operação, está a disputa pelo futuro da floresta. Proteger a Uru-Eu-Wau-Wau significa segurar a fronteira do desmatamento, dar segurança às comunidades e apoiar modos de vida que mantêm a floresta em pé. Estado presente, regras claras e respeito à diversidade.

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O que vem agora? Fiscalização contínua, relatórios e ajustes finos conforme o diálogo avançar. A efetividade se mede no dia a dia: território seguro, redução de ilícitos e transparência. Se der certo em RO, vira referência — não por força, mas por construção coletiva.

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