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Resumo em 10 segundos

Novas abordagens prometem tratar as causas da disfunção erétil — entenda terapias, evidências e riscos ⚕️🔬

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Disfunção erétil: a ciência está indo além do Viagra 🧵 Viagra transformou o tratamento, mas novas abordagens — de ondas de choque a terapias celulares e gênicas — prometem tratar a causa, não só o sintoma. Vou explicar o que funciona, o que é experimental e o que merece cuidado.

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O que é DE e por que importa? Disfunção erétil = dificuldade repetida de alcançar/manter ereção suficiente. Afeta milhões e pode atingir até 1 em 4 homens em certas populações. Além do ato sexual, afeta autoestima, relações e saúde mental. Causas: vascular, neurológica, hormonal, psicológica ou medicamentosa.

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Por que o Viagra não resolve tudo? Inibidores de PDE5 (Viagra, Cialis) amplificam a via do óxido nítrico→cGMP, ajudando a ereção. Mas não reparam vasos ou nervos danificados e são contraindicados com nitratos. Em alguns casos não funcionam — então a ciência busca soluções que recuperem a função.

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Ondas de choque e PRP: o que a evidência diz Ondas de choque de baixa intensidade (LIESWT) podem estimular angiogênese e melhorar a função erétil, com resultados promissores em causas vasculares. PRP (plasma rico em plaquetas) tenta usar fatores de crescimento, mas estudos são pequenos e resultados ainda inconsistentes.

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Células-tronco, terapia gênica e neuromodulação Terapias celulares e gênicas visam regenerar músculo, vasos e nervos — bons sinais em animais, ensaios humanos são preliminares. Neuromodulação e enxertos nervosos ajudam após prostatectomia. Importante: segurança, padronização e estudos maiores ainda são necessários.

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Conclusão: ciência com cautela e justiça no acesso Além das tecnologias, mudanças no estilo de vida e suporte psicológico são fundamentais. Desconfie de 'curas' caras sem evidência. Para que inovações beneficiem a maioria é preciso regulação, pesquisa pública e acesso equitativo — e menos estigma ao procurar ajuda.

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