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🤖 Da Imagineering aos parques, a Disney aposta em robótica e IA para criar personagens que percebem o ambiente e reagem ao público.

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A Disney está testando uma nova geração de personagens robóticos com IA: figuras que podem caminhar, perceber o ambiente e reagir às pessoas — mais perto de Wall-E e R2-D2 do que de animatrônicos tradicionais. 🤖🧵

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A ideia já aparece em pequenos robôs de Star Wars, em uma versão física de Olaf e em ferramentas usadas pela Walt Disney Imagineering. O objetivo é combinar robótica, IA e design para ampliar a interação fora de sequências pré-programadas.

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O salto técnico é relevante: animatrônicos convencionais executam movimentos planejados. Personagens mais autônomos precisariam identificar estímulos do ambiente, decidir respostas e manter uma atuação coerente com sua personalidade.

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A estratégia também avançou na estrutura corporativa. A Disney anunciou Karandeep Anand, então CEO da Character.AI, como seu primeiro diretor de tecnologia. Segundo a empresa, ele assume em 2 de outubro e responderá ao CEO Josh D’Amaro.

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O novo cargo reúne tecnologia empresarial, infraestrutura, dados e IA, produtos e engenharia em várias áreas do grupo. A sinalização é de maior integração entre streaming, parques, publicidade e operações internas.

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Anand traz experiência da Character.AI, plataforma focada em conversas com personagens digitais, além de passagens por Meta, Brex e Microsoft, onde participou da construção da plataforma de nuvem Azure.

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Para a Disney, personagens que conversam e se movem criam novas possibilidades — mas exigem segurança, testes rigorosos e transparência sobre o uso de IA. O desafio será preservar a magia sem transformar a experiência do visitante em algo imprevisível.

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