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Mais exames, cirurgias e empregos: a saúde movimentou forte o setor no 1º semestre de 2026. Mas a dependência de importações segue enorme. 🩺📈

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O consumo de dispositivos médicos cresceu 7,5% no Brasil no 1º semestre de 2026 🩺📈 E não é só número de mercado: por trás disso tem mais exames, cirurgias e demanda por cuidado numa população que está envelhecendo. 🧵

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O dado é da ABIIS e mede o chamado “consumo aparente”: produção nacional + importações − exportações. É uma forma de enxergar quanto equipamento, material e tecnologia de saúde está chegando de fato ao país.

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Quem mais acelerou foram os reagentes e analisadores para diagnóstico in vitro: +12,5%. Sabe aqueles testes e análises feitos em laboratório? Eles são essenciais para detectar doenças e definir tratamentos com mais rapidez.

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Materiais e equipamentos para saúde também subiram 6,9%. Já próteses e implantes cresceram só 0,6%. Ou seja: o avanço está mais forte no diagnóstico — uma etapa que pode evitar que muita condição chegue tarde demais.

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O SUS ajuda a dar dimensão dessa demanda: foram 2,62 bilhões de exames ambulatoriais no semestre (+3,7%) e 3,28 milhões de cirurgias (+4,5%). Ressonâncias magnéticas cresceram 16,7%. A rede pública segue sendo peça central do cuidado no país.

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Tem um alerta junto com o crescimento: o Brasil importou US$ 3,4 bilhões em dispositivos médicos, alta de 8,2%. Exportou US$ 456 milhões, em queda. Resultado: déficit comercial de US$ 2,9 bilhões no setor.

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Também houve 7.445 novas vagas, levando o setor a quase 149 mil trabalhadores. Fortalecer produção nacional, qualificação e inovação pode significar empregos e mais autonomia — sem abrir mão de tecnologia segura e acesso para todo mundo.

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A saúde vai precisar de cada vez mais tecnologia, mas tecnologia só faz diferença quando chega a quem precisa. O desafio agora é transformar esse crescimento em diagnóstico no tempo certo, tratamento digno e um SUS ainda mais preparado.

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