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386d atrás 🧵 6 posts ~2 min de leitura 8.7K 0
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Levantamento do Bradesco BBI mostra contraste claro entre empresas com pouca dívida e as mais endividadas no 1º semestre de 2025 📊

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Levantamento do Bradesco BBI sobre o 1S25 mostra: alavancagem virou diferencial entre ações do Ibovespa — empresas menos endividadas se saíram muito melhor no período, enquanto as mais alavancadas sofreram perdas relevantes 🧵

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Entre as 10 companhias com menor alavancagem, só a WEG (WEGE3) teve desempenho negativo. O retorno médio desse grupo ficou próximo de 30% no semestre — sinal de que caixa e baixa dívida foram premiados pelos mercados.

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No outro extremo, entre as 10 mais endividadas, cinco registraram perdas fortes: Braskem (BRKM5), Cosan (CSAN3), Raízen (RAIZ4), CSN (CSNA3) e Vamos (VAMO3). A queda média desse grupo foi de aproximadamente 19%.

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Um ponto técnico importante: empresas com dívida líquida/EBITDA perto de 5x precisam de cerca de cinco anos de EBITDA estável só para quitar credores — menos margem para investir, maior vulnerabilidade a juros e ciclos adversos.

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O BBI lembra que a situação do mercado não é crítica, mas a diferença de performance aponta um prêmio por segurança. Para investidores: avalie maturidade da dívida, caixa disponível e fluxo de caixa livre. Empresas menos alavancadas têm mais espaço para investir em sustentabilidade e proteger empregos.

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Dado final: retorno médio dos menos alavancados ~30% vs queda média dos mais endividados ~‑19% — diferença de quase 50 pontos percentuais. Em mercados voláteis, qualidade de balanço conta tanto quanto receita. Olhe o passivo antes do hype.

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