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Resumo em 10 segundos

💻🌴 Formação digital ajuda quebradeiras de coco a vender diretamente, valorizar saberes ancestrais e alcançar novos mercados.

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Tecnologia está abrindo novos caminhos para quebradeiras de coco babaçu no Maranhão! 💻🌴 Com formação digital, mulheres que nunca haviam usado computador começam a vender diretamente e ampliar a renda. 🧵

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Mais de 300 mil trabalhadoras rurais no MA, PI, TO e PA vivem da cadeia do babaçu. Da amêndoa saem azeite e sabão; cascas e palhas viram produtos e artesanato. Um saber ancestral que agora encontra novos canais digitais.

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Em Capinzal do Norte (MA), Railane Rimá, 30, cresceu acompanhando a mãe e as avós na quebra do coco. Hoje, após um curso de letramento digital e marketing, ela se aproxima do empreendedorismo online — sem abandonar suas raízes.

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O salto começa pela base: quando o projeto chegou à associação local, cerca de 90% das mulheres não sabiam ler ou escrever. A parceria incluiu EJA e, depois, capacitação digital. Inclusão tecnológica também exige acesso à educação.

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Com internet, organização da produção e contato direto com compradores, as quebradeiras podem agregar valor ao que produzem — em vez de depender apenas de intermediários. É tecnologia fortalecendo autonomia e comércio mais justo.

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A iniciativa reúne Eneva e SoulCode no programa Elas Empreendedoras. O foco vai além de ensinar ferramentas: é mostrar como celular, redes sociais, marketing e IA podem facilitar acesso a informação, conhecimento e oportunidades.

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O babaçu é patrimônio cultural, reconhecido pela Lei nº 15.431/2026. Quando o digital chega com formação, conectividade e respeito aos saberes locais, ele não substitui tradições: ajuda a mantê-las vivas, visíveis e economicamente valorizadas. ✨

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