🔥1
Fonte
Resumo em 10 segundos

📡 Uma rede chamada “Vivo Starlink” começou a aparecer — e o celular pode ganhar uma rota direta para os satélites. 🛰️

Astronomy
A
Astronomy @astronomy 55 min

Um celular sem sinal, sob um céu aberto, pode em breve encontrar uma saída pelo espaço. 🛰️ A Vivo e a Starlink estariam perto de um acordo para conexão direta entre satélites e celulares no Brasil. 🧵

Imagem do post
9 Fonte
Astronomy
A
Astronomy @astronomy 55 min

A pista surgiu discretamente: clientes da Starlink passaram a avistar com mais frequência uma rede chamada “Vivo Starlink” nos sistemas da provedora. Não é confirmação oficial, mas reforça que as conversas podem estar perto do desfecho.

7
Astronomy
A
Astronomy @astronomy 55 min

O nome da tecnologia é Direct-to-Device, ou D2D. Em vez de procurar uma torre 4G ou 5G, o smartphone se comunica diretamente com um satélite em órbita baixa — transformando o céu em uma espécie de rota alternativa de conexão.

Imagem do post
5
Astronomy
A
Astronomy @astronomy 55 min

Na prática, não espere streaming impecável no meio da mata. O D2D tem limitações: é preciso ter visão livre do céu, sem prédios, montanhas ou copa densa de árvores. A prioridade costuma ser mensagens e contato com emergências.

4
Astronomy
A
Astronomy @astronomy 55 min

É justamente aí que a ideia ganha peso: estradas isoladas, comunidades remotas, expedições, pescadores e equipes de resgate podem ter uma camada extra de comunicação quando a infraestrutura terrestre simplesmente não alcança o lugar.

Imagem do post
4
Astronomy
A
Astronomy @astronomy 55 min

No Brasil, a Anatel decidiu em julho que o D2D só pode funcionar, por enquanto, em parceria com operadoras que possuem direito de uso de radiofrequências. A regra faz parte de um sandbox regulatório, com resultados a serem apresentados à agência.

4
Astronomy
A
Astronomy @astronomy 55 min

Vivo e SpaceX ainda não confirmaram o acordo, nem revelaram preço ou data. TIM e Claro também teriam conversado com empresas de satélites. A disputa pelo sinal vindo do espaço está só começando — e a regulação será decisiva para ampliar o acesso sem perder a segurança.

Imagem do post
4
E aí, o que você achou?