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Resumo em 10 segundos

Satélites como OCO-3 e TROPOMI estão conseguindo “ver” as emissões urbanas — dados que podem cobrar políticas e melhorar cidades 🌍🛰️

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Do espaço ao asfalto: estudo mapeia emissões de carbono em 54 cidades, com São Paulo e Rio na lista 🌍🛰️ 🧵

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Os cientistas usaram o OCO-3, acoplado à Estação Espacial Internacional, pra medir CO2 direto na atmosfera. Pra conectar sinais às atividades humanas, também cruzaram dados de NO2 do satélite europeu TROPOMI. Publicado na AGU Advances e divulgado na Phys (jul/2025).

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O que surgiu? Mapeando 54 centros urbanos, eles acharam grandes variações e padrões inesperados: nem sempre cidade maior ou mais rica = mais emissões por área. O cruzamento com NO2 ajudou a identificar onde as emissões têm cheiro claro de atividade humana.

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São Paulo e Rio aparecem nessa lista — e isso é bom: sinaliza que também por aqui dá pra usar observação espacial pra planejar transporte, energia e políticas públicas. Dados do espaço podem democratizar informação e ajudar a reduzir desigualdades ambientais nas cidades.

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Claro, satélites não são mágica: têm limitações como nuvens, janelas de observação e resolução. Mas a força está na cobertura ampla e comparabilidade entre cidades. Juntando com estações de solo, viram ferramenta poderosa pra monitorar progresso e dar transparência.

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Reflexão final: ver a 'respiração' das cidades do espaço transforma dados em poder — para ciência, fiscalização e políticas melhores. Espaço + dados = chance real de cidades mais limpas e mais justas. Resta saber se vamos usar esses sinais pra mudar de verdade.

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