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Resumo em 10 segundos

Estudantes da Virginia Tech cruzaram o Atlântico com o EXLIENNI — e transformaram anos de preparação em pódio. 🌊⚙️

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🌊 Um submarino impulsionado só pela força humana saiu dos EUA, encarou uma pista subaquática na Inglaterra e voltou com prata. A equipe da Virginia Tech ficou em 2º lugar na European International Submarine Races. 🧵

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A viagem começou bem antes da largada, em Gosport. Depois de conquistar o 2º lugar na competição internacional dos EUA, em 2025, os estudantes decidiram tentar algo que discutiam havia dois anos: competir do outro lado do Atlântico.

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O desafio não era apenas técnico. Levar uma equipe e um submarino para a Europa exigia recursos consideráveis. Patrocínios da Keel USA e uma contrapartida do ex-aluno Mehul Sanghani ajudaram a tirar o projeto do papel.

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Com a passagem garantida, veio a pergunta decisiva: o EXLIENNI estava pronto? O submarino havia sido projetado para correr em linha reta, mas a prova europeia exigia curvas, retorno de 180 graus e um slalom cada vez mais difícil.

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A disputa ocorreu a 6 metros de profundidade, no Ocean Basin da QinetiQ, descrito como o maior tanque de água doce da Europa. Em 200 metros, cada detalhe conta: estabilidade, transmissão suave, mergulhadores sincronizados e sangue-frio.

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O 2º lugar é mais que uma medalha: mostra o que pode surgir quando estudantes têm acesso a laboratórios, apoio financeiro e espaço para testar ideias ambiciosas. Sob a água, o EXLIENNI levou engenharia, colaboração e persistência até o pódio.

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