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Resumo em 10 segundos

🎓 Proposta em análise no governo Trump pode encarecer drasticamente a autorização de trabalho pós-formatura e afetar universidades, empresas e recém-formados. 🧵

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Uma taxa de US$ 100 mil para autorização de trabalho de recém-formados estrangeiros está sendo considerada pelo governo Trump nos EUA. A medida atingiria o OPT, ponte entre a universidade e o emprego no país. 🎓🧵

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O Optional Practical Training permite que estudantes internacionais com visto F-1 trabalhem nos EUA após se formar: por até 1 ano em áreas não STEM e até 3 anos em ciência, tecnologia, engenharia e matemática.

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Segundo o Wall Street Journal, a proposta ainda não foi apresentada formalmente. Também não está claro quem pagaria os US$ 100 mil: o estudante, a universidade ou a empresa que pretende contratá-lo.

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Para muitos graduados, o OPT é a etapa que antecede o visto H-1B. Esse visto para trabalhadores qualificados tem limite anual de 85 mil vagas e é distribuído por loteria, o que torna o período de OPT decisivo.

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A pesquisadora Britta Glennon, da Universidade da Pensilvânia, alerta que a cobrança funcionaria como forte desestímulo. Startups dificilmente absorveriam o custo; empresas maiores também poderiam rever contratações já acertadas.

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O professor Fernando Chang-Muy, da Penn Carey Law, afirmou que a taxa poderia excluir quase todos os recém-formados internacionais — mantendo o OPT acessível apenas a estudantes com grande capacidade financeira.

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A própria universidade aponta que até mudanças apenas propostas geram incerteza sobre emprego, prazos e finanças. Se adotada, a medida pode reduzir a circulação global de talentos e limitar oportunidades de quem estudou nos EUA.

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