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Resumo em 10 segundos

O “medidor do medo” de Wall Street pode adotar uma das invenções mais populares das exchanges cripto. 📈😨

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O VIX, o famoso “medidor do medo” de Wall Street, pode ganhar uma vida sem data para acabar. 😨📈 A Cboe explora futuros perpétuos ligados ao índice — formato que a indústria cripto tornou popular. 🧵

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A ideia parece nova em Wall Street, mas nasceu antes do próprio Bitcoin: o economista Robert Shiller propôs contratos perpétuos em 1993. Décadas depois, foram as exchanges cripto que os transformaram em produto de massa.

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A diferença é simples: futuros tradicionais vencem. Quando chega a data, traders precisam “rolar” a posição para outro contrato — um processo que gera custos e pode corroer retornos. ETFs de futuros de BTC conhecem bem esse problema.

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Nos perpétuos, não há vencimento. Em vez disso, uma taxa de financiamento incentiva o preço do contrato a ficar perto do índice de referência. Na teoria, isso cria uma exposição mais contínua à volatilidade do mercado.

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Mas há um detalhe que torna o VIX mais complexo que o Bitcoin: ele não é um ativo que alguém possa comprar no mercado à vista. É um cálculo baseado nos preços de opções do S&P 500 — e isso dificulta a proteção dos formadores de mercado.

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Já existem ensaios no universo cripto: a Gate oferece VIX/USDT, ainda com pouca liquidez, e a Hyperliquid listou futuros ligados ao índice de volatilidade implícita do Bitcoin, da Volmex. A ponte entre os dois mercados já está sendo construída.

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Se a Cboe avançar, será um sinal marcante: uma ferramenta difundida no cripto ajudando Wall Street a negociar medo sem prazo de validade. A promessa é eficiência; o teste real será liquidez, transparência de custos e gestão de risco.

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