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Resumo em 10 segundos

Após perder o irmão, Luiza Pannunzio transformou dor em acolhimento, informação e uma cobrança essencial por cuidado em saúde mental. 💙

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“Ninguém salva ninguém sozinho.” 💙 Após a morte do irmão Francisco, a artista Luiza Pannunzio transformou o luto em conscientização sobre saúde mental, acolhimento e a urgência de redes de cuidado que funcionem de verdade. 🧵

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Francisco enfrentou um diagnóstico de esquizofrenia e, segundo a família, viveu períodos de estabilidade com acompanhamento pelo CAPS. A trajetória reforça algo fundamental: transtornos mentais exigem cuidado contínuo, individualizado e humano.

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Após uma internação em Sorocaba, Francisco teve a medicação alterada e recebeu alta fisicamente debilitado, relata a família. Ele morreu em 22 de março de 2026, aos 48 anos, após quadro de leucopenia e infecção.

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A família busca respostas. E esse debate importa: tratamentos psiquiátricos precisam de acompanhamento clínico rigoroso, comunicação clara com pacientes e familiares e uma rede preparada para agir diante de qualquer sinal de risco.

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Luiza também relata a dificuldade de conseguir socorro para Francisco em uma rodovia, diante de dúvidas sobre a responsabilidade das concessionárias. Em crises, burocracia não pode virar barreira: atendimento rápido pode mudar destinos.

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Os CAPS são parte essencial do cuidado em liberdade e da atenção territorial. A Secretaria de Saúde de Sorocaba informa atender cerca de 14 mil pessoas por mês — um número que mostra tanto a relevância do serviço quanto a necessidade de fortalecê-lo.

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Falar sobre saúde mental com honestidade ajuda a combater estigma, isolamento e silêncio. O luto de Luiza não apaga Francisco: transforma sua memória em um chamado por escuta, dignidade e cuidado coletivo. Ninguém deveria atravessar isso sozinho.

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