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Resumo em 10 segundos

Uma cadeira por vez, democratas tentam quebrar tabus estaduais e reconquistar o Senado americano. 🇺🇸🧵

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Um seminarista no Texas, um médico em Michigan e um lenhador em outro duelo decisivo: as eleições de meio de mandato dos EUA podem redesenhar o Senado — e o poder de frear ou sustentar Donald Trump. 🇺🇸🧵

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A conta é apertada: os democratas precisam conquistar quatro cadeiras líquidas para retomar o controle do Senado. Parece matemática eleitoral, mas cada vaga define quem aprova juízes, leis nacionais e a direção de políticas públicas.

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No Texas, onde nenhum democrata vence uma eleição estadual há mais de 30 anos, James Talarico tenta transformar um terreno hostil em surpresa. Ex-professor e seminarista presbiteriano de 37 anos, ele fez da linguagem da fé uma arma política.

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Em vídeos que viralizaram, Talarico criticou ataques à laicidade nas escolas e defendeu pessoas trans. Do outro lado está Ken Paxton, procurador-geral republicano, aliado de Trump e símbolo da agenda ultraconservadora no estado.

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Paxton também chega à campanha carregando investigações financeiras, um impeachment aberto pela Câmara do Texas em 2023 — depois arquivado pelo Senado estadual — e denúncias sobre sua vida pessoal. A disputa opõe visões de país e cobra explicações sobre poder e responsabilidade.

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Em Michigan, o enredo é outro: um estado industrial que votou em Biden em 2020 escolheu Trump em 2024. Agora, o republicano Mike Rogers, ex-agente do FBI, enfrenta o médico Abdul El-Sayed, defensor de saúde pública mais acessível e de mudanças na política migratória.

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A história dessas eleições não cabe só em mapas vermelhos e azuis. Ela passa por trabalhadores de estados industriais, acesso à saúde, direitos civis e pela pergunta que decide Washington: quem terá força para definir as regras nos próximos anos?

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