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📈 Dados do SUS mostram salto de 30 para 158 casos por 100 mil habitantes entre 2012 e 2025. Entenda o que são Crohn e retocolite ulcerativa.

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📈 As doenças inflamatórias intestinais cresceram 427% nos registros do SUS em 13 anos: de 30 para 158 casos por 100 mil habitantes entre 2012 e 2025. O dado foi apresentado no Congresso Brasileiro de Coloproctologia. 🧵

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O estudo identificou 337.539 pacientes atendidos pelo SUS no período. Foram cerca de 207 mil casos de retocolite ulcerativa, 99 mil de doença de Crohn e aproximadamente 30 mil classificados como colite indeterminada.

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As duas condições não têm cura e envolvem uma resposta desregulada do sistema imunológico, que causa inflamação crônica no trato digestivo. A retocolite afeta reto e intestino grosso; Crohn pode atingir da boca ao ânus.

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Os sinais mais comuns incluem diarreia persistente — às vezes com sangue —, dor abdominal, urgência para evacuar, perda de peso e cansaço. Os sintomas podem alternar entre crises e períodos de remissão.

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Sem controle adequado, a inflamação pode causar estreitamentos e fístulas intestinais, por vezes exigindo cirurgia. A inflamação prolongada do intestino grosso também eleva o risco de câncer colorretal.

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Os dados vêm do DataSUS e retratam pacientes da rede pública. Como não incluem a saúde suplementar, a prevalência real pode ser maior. O avanço reforça a importância de diagnóstico precoce, especialistas e tratamento contínuo acessíveis no SUS.

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Até 2015, a prevalência estava abaixo de 60 casos por 100 mil habitantes — parâmetro usado pelo Ministério da Saúde para doenças raras. Em 2025, chegou a 158. Dor e diarreia persistentes não devem ser normalizadas: merecem avaliação médica.

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