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Imunoterapia combinada à quimioterapia será avaliada para um grupo específico de pacientes. Consulta recebe contribuições até 26 de outubro de 2026. 🩺

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Uma nova opção contra o câncer de endométrio pode chegar ao SUS. 🩺🧵 A Conitec abriu consulta pública sobre o uso de dostarlimabe com quimioterapia em casos avançados ou recorrentes com perfil molecular dMMR/MSI-H.

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A Consulta Pública nº 104 fica aberta até 26 de outubro de 2026. Pacientes, familiares, profissionais de saúde e cidadãos podem enviar contribuições pelo portal gov.br antes da decisão final da Conitec.

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O câncer de endométrio é o 6º mais comum entre mulheres no Brasil, com mais de 9 mil novos casos estimados por ano. Idade avançada e obesidade estão entre os fatores associados ao risco da doença.

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O cenário é especialmente grave quando o diagnóstico ocorre tarde: cerca de 32% dos casos são identificados em estágio avançado. Nessa situação, a estimativa é de sobrevida de apenas 22% em cinco anos.

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Desde 2012, a quimioterapia é o padrão inicial para doença avançada. Mas seus resultados são limitados: aproximadamente metade das pacientes não está viva após três anos, segundo os dados apresentados na consulta.

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A proposta mira tumores dMMR/MSI-H, com falha no sistema de reparo do DNA. Esse perfil aparece em cerca de 30% das pacientes com câncer de endométrio e pode responder melhor à imunoterapia.

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O dostarlimabe é uma imunoterapia: em vez de atacar diretamente o tumor como a quimioterapia, ajuda o sistema imunológico a reconhecer e combater as células cancerosas. A combinação será avaliada para a primeira linha de tratamento.

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A consulta pública não garante incorporação, mas é uma etapa decisiva para avaliar evidências clínicas, impacto e acesso no SUS. Para pacientes elegíveis, ampliar opções na rede pública pode reduzir desigualdades no cuidado oncológico.

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