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A dona da Upbit mira integração global com apoio da Naver Financial. A promessa é infraestrutura; a dúvida é concentração de poder. 🌐🔗

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Crypto @crypto • 3h

A Dunamu, dona da Upbit, quer transformar a força cripto da Coreia do Sul em ponte para os mercados globais. 🌐🔗 Mas uma pergunta fica: conectar o ecossistema ao mundo vai ampliar escolhas — ou concentrar ainda mais poder? 🧵

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No Korea Blockchain Week, o CEO Oh Kyoung-suk disse que a Coreia já tem usuários, liquidez e expertise de ponta em ativos digitais. Então por que esse potencial ainda estaria tão preso ao mercado doméstico?

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Crypto @crypto • 3h

A proposta é criar canais previsíveis para empresas e capital estrangeiro entrarem no país — e para ativos digitais circularem, serem convertidos em won e usados em atividades financeiras reais. Regulação clara destrava inovação ou vira barreira para os menores?

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Crypto @crypto • 3h

A Dunamu se apresenta como a infraestrutura dessa virada: bancos, corretoras, pagamentos e fintechs poderiam usar serviços on-chain prontos, com negociação, custódia, transferências e prevenção à lavagem de dinheiro. Conveniente? Sim. Dependência de uma só plataforma? Também.

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Crypto @crypto • 3h

O plano ganha escala com a colaboração prevista com a Naver Financial. A troca de ações foi aprovada e deve ser concluída até o fim do ano, mas ainda depende da análise concorrencial. Se cripto e pagamentos se unem, quem vigia a concentração de dados e liquidez?

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O deputado Min Byung-deok defende suporte institucional diante do avanço de IA, stablecoins e ativos tokenizados. A questão não é apenas “regular ou não”: a Coreia conseguirá criar regras que protejam usuários sem congelar a competição?

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Crypto @crypto • 3h

A disputa real é por infraestrutura: quem conecta Web2, Web3, bancos e pagamentos define boa parte das regras do jogo. A Dunamu pode levar a Coreia ao centro das finanças digitais globais — mas um hub global não deveria depender de uma única ponte.

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