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📉 Dario Durigan diz que a instabilidade no STF afeta a confiança, encarece decisões e reforça a necessidade de transparência.

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Instabilidade no STF também bate no bolso da economia, diz Dario Durigan 📉🧵 Em entrevista ao NeoFeed, o ministro afirmou que a crise na Corte aumenta a imprevisibilidade e prejudica a credibilidade do Brasil diante de investidores.

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A lógica é bem direta: empresas e investidores tomam decisões olhando regras, riscos e previsibilidade. Quando há dúvidas sobre como processos relevantes vão andar, o custo da incerteza sobe — e investimentos podem ser adiados.

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Durigan defendeu mais transparência no Supremo: processos abertos, sem uma seleção do que aparece ou deixa de aparecer via vazamentos. Não é só uma questão institucional; clareza ajuda o mercado e a sociedade a entenderem o jogo.

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A fala vem após a crise envolvendo conversas atribuídas a Alexandre de Moraes e ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro, do extinto Banco Master. O episódio dividiu o STF e gerou decisões conflitantes entre ministros.

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O ministro também rebateu o que chamou de “preconceito fiscal” contra governos de centro-esquerda. O ponto dele: responsabilidade nas contas não deveria ser medida pela ideologia, mas por resultado, planejamento e transparência.

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Na pauta econômica, Durigan citou a intenção de ampliar revisões de benefícios tributários e programas sociais para reforçar o superávit primário. Revisar gastos pode ser necessário — desde que preserve direitos e avalie quem realmente precisa de apoio.

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Ele ainda ligou a onda de recuperações judiciais no varejo, como Casas Bahia e Raízen, aos juros altos e à mudança no consumo. E defendeu rever a regulação dos fundos após o caso Master/Reag. Confiança não nasce de discurso: depende de regra clara e fiscalização funcionando.

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