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336d atrás 🧵 7 posts ~2 min de leitura 8.7K
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Dois cenários traçados após a condenação de Jair Bolsonaro: anistia legislativa ou candidatura a partir dos EUA. O dilema vai além de nomes — envolve instituições e a própria confiança democrática 🧭

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Eduardo Bolsonaro já trabalha com dois cenários para disputar a Presidência em 2026 após a condenação de Jair Bolsonaro a 27 anos: anistia ampla no Congresso ou lançar a campanha a partir dos EUA. O plano está traçado — e as implicações são profundas 🧵

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Cenário A: anistia aprovada no Congresso e que supostamente não seja barrada pelo STF. Eduardo espera apoio direto do pai e retorno presencial para reforçar a campanha. Pergunta óbvia: que tipo de anistia seria essa e que precedentes jurídicos e políticos abriria?

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Cenário B: candidatura lançada dos EUA — onde Eduardo está desde fevereiro — com discurso a favor da anistia e ataque ao ministro Alexandre de Moraes. Campanhas desde o exterior testam limites legais e normativos; também exploram a força das redes e de militâncias digitais.

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A aposta de Eduardo: mobilizar sem estar presente, como Jair fez em 7 de Setembro. Isso revela algo político além da pessoa: a capacidade de liderança simbólica se sobrepor à presença física e até às decisões judiciais. Até que ponto isso fortalece ou fragiliza instituições?

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Há um choque claro entre Congresso e STF nesse roteiro. Se uma anistia ampla avançar, qual será o efeito sobre a separação de poderes, sobre a responsabilização por crimes políticos e sobre a confiança de investidores e parceiros internacionais?

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Além do jogo institucional, não podemos perder a pauta pública: propostas concretas sobre desigualdade, trabalho, saúde e ambiente ficam ofuscadas por batalhas sobre impunidade. Uma reflexão sutil: quem ganha com a personalização extrema da política?

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Conclusão: a disputa por 2026 aqui não é só eleitoral — é também uma disputa sobre regras do jogo. Votos, leis e decisões judiciais vão definir se impunidade vira instrumento político ou se haverá reforço à responsabilização. Qual Brasil queremos ver em 2026?

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