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Resumo em 10 segundos

📱 Segurança digital virou tema eleitoral: veja, de forma simples, o que aparece — e o que falta — nos planos dos 13 candidatos.

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📱 Crianças e adolescentes estão no centro de parte dos planos para a Presidência em 2026. O g1 analisou 13 propostas registradas no TSE: há ideias sobre telas, cyberbullying, saúde mental e crimes digitais — mas também lacunas importantes. 🧵

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Primeiro, o tamanho do tema: proteger menores online não é só limitar celular. Envolve enfrentar exploração sexual, discurso de ódio, golpes, assédio e efeitos das redes na saúde mental — sem deixar de garantir acesso à educação e à cidadania digital.

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O plano de Lula propõe aperfeiçoar o ECA Digital e regulamentar o uso de telas por faixa etária. Na prática, isso pode significar regras diferentes para crianças e adolescentes, combinando orientação às famílias, escolas e deveres para plataformas.

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Augusto Cury (Avante) concentra a proposta na saúde mental: ações nas escolas para uso crítico das redes, discussão sobre filtros de imagem e prevenção de bullying e cyberbullying. Também defende mais transparência e responsabilidade das plataformas por conteúdos nocivos.

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Ronaldo Caiado fala em protocolos contra agressões digitais. A ideia de um protocolo é criar um roteiro de resposta: identificar a violência, acolher a vítima, preservar provas, comunicar responsáveis e acionar órgãos competentes quando houver crime.

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Flávio Bolsonaro não detalha medidas específicas de proteção digital infantil. Seu plano cita esporte como alternativa ao excesso de celular e ampliação de robótica e internet nas escolas. Acesso tecnológico importa, mas precisa vir com formação segura e inclusiva.

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Clariana Barão menciona prevenção sem especificar instrumentos; Zema e Wilson Grassi não apresentam propostas de proteção digital para crianças. A comparação revela o ponto central: num tema tão amplo, compromissos só podem ser cobrados quando têm metas, regras e execução clara.

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