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Com 18,7 milhões de eleitores entre 16 e 24 anos, a Geração Z já é alvo de campanhas, vídeos virais e estratégias de todos os lados. 📱🗳️

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A disputa por 2026 já chegou ao feed dos jovens. 📱🗳️ Com cerca de 18,7 milhões de eleitores entre 16 e 24 anos, a Geração Z virou um público estratégico para esquerda e direita — e as campanhas estão testando novas linguagens. 🧵

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Primeiro, o tamanho desse grupo: são pessoas que podem votar a partir dos 16 anos e que viveram a adolescência conectadas. Para elas, política não aparece só no horário eleitoral: surge em vídeos curtos, memes, trends, podcasts e grupos de mensagem.

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Na direita, Nikolas Ferreira (PL-MG) usa vídeos de forte apelo visual e linguagem direta. Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato, apareceu dançando um funk em evento. Renan Santos, da Missão, se apresenta como nome de um “partido da geração Z”.

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À esquerda, a Juventude do PT lançou a campanha “Brota na urna”, tentando transformar o ato de votar em mobilização digital e presencial. A lógica é parecida: falar onde os jovens estão, com formatos que prendem atenção e convidam à participação.

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Mas atenção: alcançar jovens não é só reproduzir meme ou dançar. Essa geração convive com precarização do trabalho, dificuldade de acesso à moradia, crise climática, saúde mental e ensino desigual. Comunicação abre a porta; propostas concretas sustentam confiança.

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Também não existe uma Geração Z única. Há diferenças enormes de renda, raça, território, gênero, escolaridade e acesso à internet. Uma campanha que trate a juventude como bloco homogêneo pode viralizar — mas não necessariamente representar suas demandas reais.

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A disputa de 2026 será, em parte, uma disputa por atenção. Mas o voto jovem pode cobrar mais que performance: políticas públicas com emprego digno, educação acessível, inclusão e resposta à emergência climática. No fim, o algoritmo entrega alcance; a urna cobra resultado.

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